SÃO GONÇALO DO AMARANTE RN-PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO VOTOS TOTAIS: Fátima tem 42% e Carlos Eduardo, 38%


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A candidata do PT e o candidato do PDT ao governo do Estado estão tecnicamente empatados pelo governo do Estado.

No levantamento estimulado total de votos, que considera brancos e nulos, Fátima tem 42%, contra 38% de Carlos Eduardo Alves.

Ninguém, brancos e nulos são 14% e 6% não sabem ou não souberam responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO VOTOS VÁLIDOS: Fátima tem 52% e Carlos Eduardo, 48%

 

Os dois candidatos que disputam o segundo turno do governo do RN estão tecnicamente empatadados em votos válidos, forma pela qual a Justiça Eleitoral contabiliza os votos, excluindo brancos, nulos e indecisos.

Fátima está numericamente à frente. Ela tem 52% dos votos. Já Carlos Eduardo aparece com 48%

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG MUDANÇA DE VOTO POR APOIO A PRESIDENTE: 59% não mudam voto de governador por apoio a candidato a presidente e 19% admitem mudar

O Instituto Seta perguntou também aos eleitores potiguares sobre a possibilidade de mudar o voto para governador em razão do candidato a presidente da República.

No Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra apoia Fernando Haddad e Carlos Eduardo declarou apoio a Jair Bolsonaro.

Para 59% não há razão para mudar o voto para governador em razão de ele apoiar um candidato a presidente com o qual o eleitor não tenha afinidade.

Já 19% responderam que podem mudar o voto em consequência do apoio ao candidato a presidente, e 23% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG CRISTALIZAÇÃO DE VOTO: 79% afirmam que manterão o voto e 11% admitem que podem mudar

O Instituto Seta perguntou também aos eleitores potiguares sobre a possibilidade de mudar o voto na eleição de domingo (28).

79% afirmaram que manterão o voto com certeza. Já 10% admitem a mudança e 11% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG PERCEPÇÃO DE VITÓRIA: 49% acreditam que Fátima vai vencer eleição e 29% apostam em Carlos Eduardo

 

Metade dos eleitores do RN acredita que a senadora Fátima Bezerra será eleita governadora no domingo, 28.

Indagados sobre em quem acredita que vai vencer as eleições, 49% citaram o nome de Fátima.

Carlos Eduardo é acreditado por 29% e 22% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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‘Uberização’ nos anúncios de imóveis muda o mercado de venda e aluguel

Mudanças no mercado exigem do corretor de hoje um atendimento mais de consultoria do que apenas venda Foto: Marcos Ramos / Agência O Globo

O mercado imobiliário começa a enfrentar os mesmos desafios que os táxis, hotéis e restaurantes tiveram com a chegada de plataformas, como o Uber, o Airbnb e o iFood, que conectam os serviços ao cliente final por meio de tecnologia (aplicativos, em especial). A passos lentos, mas que tendem a acelerar, novas empresas baseadas em tecnologia oferecem agilidade no processo de locação ou venda.

Cada qual com suas especifidades, a proposta geral destas plataformas é ser um espaço que une as duas pontas finais da transação imobiliária. Os modelos já são usados em outros países, mas há algumas peculiaridades. A mais óbvia é que há uma grande diferença entre comprar um lanche e comprar ou alugar um imóvel.

Além disso, o mercado imobiliário no Brasil é bem tradicional, e há dúvidas sobre o suporte prestado por estas empresas aos clientes. Mesmo assim, os novos modelos, bem como a tecnologia, têm obrigado os corretores a mudar a forma tradicional de fechar negócios.

Entre os novos modelos que existem hoje, há o UpEstate e a Quinto Andar, que conectam inquilino a locador sem a necessidade de garantias locatícias nem da formalização no cartório. Já o Appzinho tem anúncios para compartilhamento de casas, além do tradicional aluguel de imóveis e quartos. Outra agência imobiliária nessa linha é a Livima, cuja proposta é o pagamento de um taxa única para anunciar a unidade, sem cobrança de comissão.

O sócio-fundador da Livima, Felipe Bogoricin Braga, diz que vê potencial no Brasil, onde o uso de aplicativos é grande. Ele acredita que isso inclui uma abertura para o mercado imobiliário.

— Nossa equipe vem de um mercado imobiliário tradicional e sentia dificuldade em burocracias que eram ineficientes. O serviço de corretor é muito caro e nem sempre o atendimento tem qualidade — afirma.

Como não há comissão nas vendas (que varia de 4% a 6%), nem na locação (de dois aluguéis, geralmente), a equipe dele recebe um salário e o desafio é vender ou alugar o quanto antes o imóvel. Na agência virtual, o anunciante paga uma cota única, a partir de R$ 594 — pode aumentar, conforme os serviços solicitados. A empresa se compromete a fazer negócio em até 24 meses. Segundo Bogoricin, a média de tempo é de três a nove meses.

‘Concorrência desleal’

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Rio (Creci-RJ), Manoel da Silveira Maia, afirma que o novo modelo não chega a preocupar as corretoras e imobiliárias, mas critica o que considera uma concorrência desleal, e a insegurança para o cliente.

— Este tipo de negociação pode prejudicar o mercado e o comprador. Não se pode lançar um preço vil e prejudicar o mercado de uma forma geral. E, se essa empresa quebrar, o cliente não sabe nem onde fica para cobrar. É preciso criar um mercado que tenha solidez. Pode ser comum nos Estados Unidos, mas, aqui não é.

Já o presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Carlos Samuel de Oliveira Freitas, acredita que os novos modelos digitais fazem parte de uma mudança natural de vários setores e, no caso do imobiliário, obriga as empresas tradicionais a se adequarem e a oferecerem um serviço mais aprimorado. Isso é bom para o cliente.

— Ainda não sabemos o sucesso que estes aplicativos terão, mas o que acontece é que boa parte dos proprietários não quer ter uma relação direta com o inquilino. Há lugar para todo mundo no mercado imobiliário: as tradicionais e as startups — pondera Freitas.

Um outro ponto, segundo ele, é que, embora existam muitos novos modelos aparecendo, estes não têm a expertise para dar assistência durante o tempo de contrato ou para lidar com problemas na locação ou pós-venda:

— Por mais simplificado que seja o aplicativo, em um contrato de locação, há o fechamento do negócio, o decorrer do contrato e a devolução. É esse conhecimento da resolução de conflitos que as imobiliárias têm a oferecer.

Assim como Freitas e Maia, o professor do MBA em Negócios Imobiliários da FGV, Paulo Porto, acredita que a intermediação em contratos imobiliários nessas plataformas digitais ainda é imatura. Mas ele acredita que as empresas precisam se atualizar, especialmente em relação à tecnologia.

— A tecnologia vai substituir o trabalho do corretor. Isso é para mais de 15 anos, mas já vemos alguns sinais, como atendimentos primários feitos por máquinas ou filtro de imóveis realizado por um sistema nas próprias imobiliárias. Antes, isso era feito pelo corretor.

A saída para o profissional é se reinventar. Porto destaca que os sistemas podem substituir processos burocráticos, mas não a inteligência. Ou seja, para se manter no mercado, os profissionais imobiliários terão que oferecer cada vez mais um atendimento mais refinado e completo.

Segundo ele, isso significa deixar de ser apenas um vendedor, ou “empurrar” um imóvel, para ser uma espécie de consultor de negócios imobiliário que traz a solução para o cliente.

— Isso inclui ajudar a achar imóvel, pensar no orçamento, fazer a ponte com banco ou agente financeiro, com escritório de arquitetura e com lojas de decoração, por exemplo, assim como passar informações sobre documentação e cartório — diz ele, que completa:

— Hoje, infelizmente, há muitos corretores mal preparados. Eles precisam buscar aperfeiçoar as técnicas de atendimento ao cliente e vender uma solução, não apenas o imóvel.

Redes de compartilhamento e colaboração

Plataformas digitais permitem criar filtros extremamente específicos, como a busca de veganos para dividir uma casa, a procura por apartamentos que recebam animais de estimação, ou imóveis próximos a áreas de ‘agito’.

Uma tendência nas plataformas digitais é a do modelo de compartilhamento colaborativo para o aluguel. Isso significa tanto parcerias como a que a Livima faz com cartórios e corretoras, por exemplo, como também usar o espaço digital para reunir interessados por nichos bem específicos, como o Facebook já faz há algum tempo.

A partir desse espírito colaborativo, surgiu o Appzinho. Esse site nasceu do Apezinho, um blog criado há cinco anos por Daniela Pereira e suas filhas Fernanda e Gabriela. A página reúne dicas para quem vai morar sozinho pela primeira vez.

Segundo Daniela, a ideia de reunir pedidos para locação e venda veio da demanda dos próprios clientes, que são em sua maioria de jovens e usam estas comunidades virtuais.

A diferença é que, além do tradicional imóvel inteiro e do quarto para alugar, a plataforma conecta moradores que queiram dividir um apartamento. Nessas buscas, os interessados normalmente apelavam para as redes sociais.

Outro ponto são os filtros específicos que selecionam imóveis a partir da vista, do verde no entorno, da permissão para se ter animais de estimação ou da proximidade de áreas de “agito”. Para quem vai dividir, há até filtro de busca por casas com moradores veganos ou vegetarianos.

— É cada vez mais comum romper a intermediação em um serviço de uma pessoa física para outra. É uma forma de se adequar a uma nova realidade financeira e tornar o processo mais acessível a todos — dis Daniela.

Ela tem parceria com corretoras também, que usam seu espaço para anunciar. Segundo ela, até o final do ano não haverá cobrança para pessoas físicas. A ideia é entrar primeiro no mercado para depois cobrar um percentual sobre o valor da oferta.

O Globo

 

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE REJEIÇÃO: Bolsonaro é rejeitado por 34% e Haddad, por 30%

Os dois candidatos que disputam a Presidência da República também dividem os números em patamares semelhantes quando o assunto é rejeição.

Jair Bolsonaro é rejeitado por 34%, enquanto 30% rejeitam Fernando Haddad.

Ninguém, brancos e nulos são 24% e 12% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG CRUZAMENTO: Mais de 70% de eleitores de Fátima e Carlos Eduardo votam nos respectivos candidatos a presidente

O Instituto Seta identificou a intenção de voto cruzado entre governador e presidente no RN.

De acordo com os dados, 74% dos eleitores de Fátima votam em Haddad. 16% dos eleitores da petista decidiram votam em Bolsonaro.

Já 20% dos eleitores de Carlos Eduardo votam em Haddad e 70% votam em Bolsonaro.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGODOBG PRESIDENTE VOTOS TOTAIS: Haddad tem 43% e Bolsonaro, 39%

O candidato do PT à Presidência da República tem 43% de citações no levantamento estimulado do Instituto Seta.

Jair Bolsonaro aparece imediatamente atrás, com 39% das citações.

Ninguém, brancos e nulos são 14%, e 4% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE VOTOS VÁLIDOS: Haddad tem 52% e Bolsonaro, 48%

Os candidatos do PT e o do PSL à Presidência da República estão tecnicamente empatados entre os eleitores potiguares.

Fernando Haddad tem 52%, contra 48% de Jair Bolsonaro, de acordo com o Instituto Seta.

O cenário é de votos válidos, quando se excluem os indecisos, brancos e nulos, conforme contabiliza a Justiça Eleitoral.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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PESQUISA SETA/BLOGDOBG REJEIÇÃO GOVERNO: Fátima é rejeitada por 26% e Carlos Eduardo, por 23%

Os dois candidatos que disputam o governo do Estado também dividem em patamares semelhantes os índices de rejeição.

Fátima Bezerra é rejeitada por 26% do eleitorado, enquanto Carlos Eduardo tem a rejeição de 23%.

Ninguém, brancos e nulos são 31% e 20% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

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Natal alerta para cuidados contra a proliferação do Aedes Aegypti no período que antecede o verão

Foto: Ilustrativa

Os cuidados que se deve tomar com a proliferação do Aedes Aegypti durante o período que antecede o verão, não é diferente dos que deve-se ter no restante do ano, mantendo o alerta ao mosquito e seus riscos o ano inteiro. Mas é de se destacar que é exatamente nesta época do ano que os mosquitos colocam seus ovos para proliferação da espécie. Logo, é importante ressaltar os cuidados diários básicos que fazem toda a diferença: evitar acúmulo de material em servíveis ou objetos (garrafas, copos, pneus…), sempre acondicioná-los de forma correta e segura, evitar o acúmulo, caso necessário o acúmulo manter os recipientes bem tampados e sempre lavar as “paredes” dos depósitos com escova pois é lá onde os mosquitos costumam colocar seus ovos.

Alessandre Medeiros, chefe do Centro de Controle de Zoonoses conversou conosco sobre o assunto e a situação epidemiológica de Natal. Segundo ele, hoje em Natal temos uma redução, já que acabamos de sair de um ciclo epidêmico, agora estamos em queda em número de casos e queda também no número de mosquitos que são os vetores. Mas Alessandre lembra também que “embora estejamos nesta situação, alguns bairros de Natal nos preocupam muito devido o número de vetores. Na zona norte temos os bairros de Nossa Senhora da Apresentação, Lagoa Azul e Potengi. Também é importante observar os bairros do Distrito Oeste”.

O chefe do CCZ continua sua fala explicando que “embora exista um momento mais crítico, que é quando chove na cidade, é portante estarmos alerta aos riscos do ano inteiro. Este período que antecede o verão prepara o período das chuvas, que é de janeiro em diante. Logo, o foco neste período é evitar que o mosquito fêmea coloque ovos. E em caso de já instalados, que sejam destruídos o mais rápido possível para não ter proliferação do vetor no período chuvoso. É dever nosso do setor público quanto da população de uma forma geral combater a proliferação do mosquito significando menos doenças.”

A CCZ combate o mosquito Aedes Aegypti de várias maneiras. Com ações que são implantadas no modelo utilizado desde 2015. Uma delas chama-se “Vigia Dengue” que consiste no monitoramento, identificação de risco e pronta resposta para qualquer situação crítica. O Vigia Dengue funciona ininterruptamente o ano inteiro. Além disso, Alessandre Medeiros fala em algumas outras ações que serão implantadas. “A gente tá introduzindo outros projetos para ampliar as ferramentas com intuito de eliminar o vetor. Como por exemplo, o treinamento de borrifação residual intradomiciliar para áreas de alta população vetorial e índice de casos. A primeira fase já acontece na próxima semana. Já para o ano que vem, começaremos a coletar mosquitos adultos e seus ovos para entrarem no nosso monitoramento”.

 

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