SÃO GONÇALO DO AMARANTE RN-O Rio Grande do Norte e mais vinte e um estados, além do Distrito Federal estão com seus estoques de medicamentos para a intubação de pacientes graves da Covid-19 no vermelho


China diz que asas de frango do Brasil testaram positivo para Covid-19

 

Uma amostra de asas de frango congeladas importadas do Brasil, apresentou resultado positivo para o novo coronavírus (Sars-coV-2), segundo comunicado do governo chinês divulgado nesta quinta-feira (13).

A amostra foi retirada da superfície do frango . Outras amostras de comida congelada que tiveram o resultado positivo para Covid-19 tinham material recolhido da superfície das embalagens.

O frango brasileiro veio de um frigorífico do sul de Santa Catarina. A contaminação do alimento pode provocar queda das exportações brasileiras para a China.

“É difícil dizer em que estágio o frango congelado foi infectado”, disse à Reuters um funcionário de um exportador de carne brasileiro com sede na China .

 

BLOG DO BG

Deputada Natália Bonavides testa positivo para a Covid-19

 

A deputada federal Natália Bonavides (PT/RN) anunciou nesta quinta-feira (13) que testou positivo para a Covid-19. Única mulher eleita na bancada potiguar na Câmara Federal, ela afirmou que está com sintomas leves e ficará em isolamento em razão da doença.

Pelo twitter, Bonavides tranquilizou eleitores e admiradores:

– Pessoal, recebi há pouco o teste que fiz para covid-19 e o resultado foi positivo. Estou com sintomas leves, mas estou bem. Ficarei isolada e precisarei de alguns dias de descanso. Espero estar 100% logo, de volta com toda a disposição para nossas luta”, disse.

A parlamentar tem participado de reuniões e entrevistas por videoconferência, mas também tem ido a Câmara Federal cumprindo escala definida pelo Partido dos Trabalhadores.

Zenaide fala sobre PL que prevê ensino da lígua brasileira de sinais.

 

 

O PL 5961/19 prevê o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para alunos dos ensinos fundamental e médio.
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O projeto foi inspirado na primeira sugestão legislativa enviada em Libras para o portal E-cidadania, pela Anne Drielly, de Santa Maria (DF), que é deficiente auditiva. No vídeo, a estudante explica que, apesar de estudar em uma escola inclusiva, ela não consegue se comunicar com a maioria de seus colegas, pois eles não sabem o básico da Língua Brasileira de Sinais.
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Se inclusão é proporcionar os meios para que a pessoa com deficiência se sinta, de fato, parte de sua comunidade, algo precisa ser feito por esses estudantes!

Falta insumo para caso grave de Covid no RN e em mais 21 estados; cloroquina sobra

 

O Rio Grande do Norte e mais vinte e um estados, além do Distrito Federal estão com seus estoques de medicamentos para a intubação de pacientes graves da Covid-19 no vermelho.Os dados são de um levantamento obtido pelo UOL realizado pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), até o dia 9 de agosto, em 1.500 hospitais referências para o tratamento da Covid-19 da rede estadual pública e privada.

A classificação é dada para estados que têm estoques de duração para até cinco dias ou menos. Outros três estados, Paraná, São Paulo e Espírito Santo, estão em amarelo, que define a previsão de cobertura para até 15 dias. Minas Gerais é o único estado em que não haveria emergências na rede do governo, embora tenha relatos de carências em municípios.

O quadro tem levado hospitais a recusar pacientes e tem feito médicos usarem morfina em substituição aos medicamentos apropriados.

A lista de remédios em falta inclui 22 sedativos, anestésicos, analgésicos e bloqueadores neuromusculares, o chamado “kit intubação. Esses insumos são usados em pacientes que precisam de máquinas para respirar com o objetivo de não acordarem ou sentirem dor quando intubados.

A responsabilidade pela aquisição e distribuição destes medicamentos é dos estados e municípios, que alegam dificuldades em comprar dos fabricantes e sobrepreço. Após a pandemia, a tarefa também passou a ser do Ministério da Saúde, que atua em auxílio às unidades da federação.

Por outro lado, as indústrias alegam ter uma demanda superior à produção por conta da pandemia do novo coronavírus, apesar de relatarem ter quadruplicado a produção desses produtos. Já a cloroquina —medicamento que ainda não tem eficácia comprovada pela ciência para o tratamento da Covid-19, mas frequentemente defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)— tem sido acumulada em estoques da União, estados e municípios que recebem o produto.

A pasta tem hoje 4 milhões de comprimidos de cloroquina e hidroxicloroquina estocados e já distribuiu outros 5 milhões para todo o país. Em março de 2020, o órgão adquiriu 3 milhões de comprimidos de cloroquina 150 mg, produzidos pelo Laboratório Químico Farmacêutico do Exército. O Ministério da Defesa informou que a produção dos 3 milhões de comprimidos de cloroquina custou R$ 1,1 milhão desde o início da pandemia até o momento. O Exército afirmou que não foram necessários investimentos a mais ou adequações no laboratório da Força, que produz cloroquina desde 2000 para o combate à malária.

 

AGORA RN

 



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