SÃO GONÇALO DO AMARANTE RN-Companhia desativa mais de 1.500 ‘gatos de energia’ desde janeiro no RN



Mais de 1.500 gatos de energia foram desativados pela Cosern somente entre janeiro e março, no Rio Grande do Norte — Foto: Cosern/DivulgaçãoMais de 1.500 gatos de energia foram desativados pela Cosern somente entre janeiro e março, no Rio Grande do Norte — Foto: Cosern/Divulgação

Mais de 1.500 gatos de energia foram desativados pela Cosern somente entre janeiro e março, no Rio Grande do Norte — Foto: Cosern/Divulgação

A Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) desligou mais de 1.500 ligações clandestinas, conhecidas como gatos, em casas e estabelecimentos comerciais do estado, somente nos primeiros meses de 2019. A empresa realiza a “Operação Varredura” em várias cidades.

De janeiro até agora já foram realizadas 12.823 inspeções que identificaram e desligaram precisamente 1.545 ligações clandestinas em todo estado, segundo Gilmar Mikeias, gerente do Departamento de Recuperação de Energia da Cosern.

“Nestes quase três meses de 2019, a Cosern já recuperou 4,1 milhões de kWh que estavam sendo desviados por eletrotraficantes, quantidade suficiente para abastecer 26 mil clientes (um município do porte de Assu, por exemplo) por 30 dias”, afirmou.

Além de crime, gatos de energia podem causar acidentes graves, segundo a Cosern — Foto: Cosern/DivulgaçãoAlém de crime, gatos de energia podem causar acidentes graves, segundo a Cosern — Foto: Cosern/Divulgação

Além de crime, gatos de energia podem causar acidentes graves, segundo a Cosern — Foto: Cosern/Divulgação

Ao longo do ano passado, a operação da Cosern recuperou quase 22 milhões de kWh que estavam sendo furtada por meio dos gatos. A quantidade seria suficiente para abastecer os 17 municípios da região Seridó durante um mês.

A Cosern ainda alertou que o gato de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal e a pena pode chegar a 04 anos de reclusão. Além de crime, a fraude representa risco de morte a quem faz e a quem está próximo.

“A infração também provoca perturbações no fornecimento de energia, pode causar queima de equipamentos e parte do prejuízo é dividida por todos os consumidores na hora do reajuste tarifário homologado pela Aneel anualmente”, apontou a companhia.

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