A PALAVRA DO DIA – O Que Era Sem Cristo (21): PERDIDO


O texto de Colossenses 1:21-23 nos oferece um modelo para um testemunho cristão.  Paulo dá testemunho sobre a obra de Cristo na vida dos Colossenses, mas é o mesmo modelo que encontramos muitas vezes sobre o que Cristo tem feito por nós.

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Revisão: Colossenses-A Primazia de Cristo!

1:1,2 Duplas dinâmicas da vida cristã

1:3-8 Oração de gratidão missionária pela expansão do evangelho

1:9-14 “Ensina-nos a orar” por valores eternos (conhecimento de Deus, caráter de Deus, conduta digna)

1:15-20 2 tábuas de graça e verdade, a supremacia de Cristo na primeira criação e na nova criação.  Jesus é o propósito do universo (eu não sou o centro) e Jesus tem toda a primazia.  Pertencemos a Ele por criação e reconciliação/resgate!

 

Deus nos ama tanto, que não permite que apoiemos nossas vidas em qualquer coisa menos Seu Filho,Jesus.  Ele está usando este pequeno livro de Colossenses para nos lembrar da razão da nossa existência, da nossa igreja, do nosso ministério, das nossas famílias, do nosso emprego, das nossas amizades—para que em todas essas coisas Cristo Jesus seja glorificado!  Jesus Cristo é nossa razão de viver!

 

Contexto:  Transição da primazia de Cristo na primeira criação e na nova criação para a primazia de Cristo no cristão . . . da reconciliação e restauração de todas as coisas pela obra redentora de Cristo no mundo para a reconciliação e restauração do cristão em Colossos . . . da obra mundial de Cristo para a obra pessoal dele.  É impossível separar a Pessoa de Cristo (quem Ele é) da obra de Cristo (o que Ele fez).   (20: “reconciliasse consigo mesmo TODAS as coisas . . . 21 e a VÓS outros também . . . . 22 VOS reconciliou)  Jesus não é somente um Salvador universal mas um Salvador pessoal.

 

Estrutura/Transição:  Um texto simples que nos lembra dos 3 fatos essenciais de um testemunho cristão.  De fato é o padrão para qualquer testemunho, e um padrão que se repete muitas vezes no Novo Testamento.  O que eu era, sem Cristo; O que sou, em Cristo; O que faço com Cristo.

(21) “outrora”

(22) “agora, porém . . . para apresentar-vos”

(23) “se é” (ou “desde que”) permaneceis na fé

 

Idéia:  O cristão em Cristo está eternamente reconciliado com Deus por causa da obra final de Jesus na cruz.

 

  1. O Que Era Sem Cristo (21): PERDIDO

 

Ninguém pode valorizar ser achado quando não sabe que está perdido!  O Espírito Santo nos lembra do que éramos para poder louvar a Deus pelo que Cristo fez por nós.   Como nós esquecemos de como nossa vida era sem Cristo!

 

Ilust.: Você consegue lembrar de uma hora quando de repente descobriu que estava perdido?  Você consegue lembrar o sentimento de pânico . . . talvez desespero?

 

Se existe algo mais trágico, é quando alguém está perdido e não sabe.  Continua no seu caminho feliz de vida, mas caminhando na direção errada.  Às vezes nós homens somos assim . . . recusamos admitir que não temos a mínima idéia onde estamos!  Para nós a palavra “perdido” é como palavrão!

 

Paulo nos lembra primeiro que éramos perdidos—longes, distantes, separados de Deus.

(Ler vs. 21; Ef 2:1-4, 11-13)

 

Aplic.:  Para muitos de nós é difícil valorizarmos o fato de estarmos agora “achados” em Cristo, porque conhecemos a Jesus muito cedo na vida.  Não éramos traficantes de drogas, imorais, sonegadores, adúlteros . . . por isso, às vezes não apreciamos tanto a nossa nova posição em Cristo.  Na minha experiência, porém, Deus nos revela pouco a pouco a sujeira do nosso coração e a nossa carência de Cristo e da sua graça . . . Ele usa nosso casamento para nos fazer ver como somos egoístas . . . nossos filhos para perceber como somos pessoas bravas e irritadas . . . perdas financeiras para descobrirmos como somos avarentos e cobiçosos . . . lutas morais para compreendermos que somos capazes de qualquer pecado.  Conflitos com outros irmãos para descobrirmos como sabemos odiar.  Passo a passo começamos a ver a verdadeira natureza do nosso próprio coração e a cair em nós mesmos—eu era tão carente da obra redentora de Jesus como qualquer criminal.  Sou capaz de QUALQUER pecado, assim como os demais!  Essa é uma obra da graça de Deus em nossas  vidas!  Se você nunca chegou a esse ponto como cristão, de encarar a verdadeira natureza de seu coração sem Cristo, prepare-se.  Mais cedo ou mais tarde caímos em nós mesmos para chegarmos à cruz.

 

Outros entre nós não precisam de tantas lembranças de como era a velha vida sem Cristo.  Talvez as cicatrizes daquela vida continuam.  Talvez haja conseqüências contínuas, feridas que não sararam totalmente, lutas diárias com pensamentos, sequelas de pecados passados.  Você daria qualquer coisa para poder ter sido criado num lar cristão e não ter que passar pelas provas da vida.

 

Ilust.:  Versículo 21 é como aquelas propagandas que mostram duas fotos: antes e depois.  “Antes eu era gordo, mas graças a esse regime, emagreci 25 quilos . . . Antes eu era careca, mas graças a essa pomada, agora tenho muito cabelo . . . “

 

Duas palavras descrevem nossa condição “antes”:

1)    Estranhos=alienados . . . desviados . . . pervertidos . . . distantes.  Viviam no mundo que Deus criou, mas não curtiam os benefícios de amizade, intimidade e comunhão com Deus, seu propósito original da criação. (Veja Ef 2:12, 4:18 3x no NT)

2)    Inimigos . . . no entendimento e pelas obras malignas.  Essa é a ordem—nossos próprios pensamentos eram contrários a Deus.  Nossa atitude era rebelde.  Não éramos simplesmente apáticos, mas antagonistas.  Éramos CONTRA Deus, do centro do nosso ser, e isso nos levou a obras malignas, do diabo, nosso pai.

 

Mas será que a condição humana sem Cristo realmente é tão ruim?  Creio que no fundo do pensamento paulino encontramos a descrição de tudo que nós perdemos na ocasião da Queda no Jardim do Éden. . . Gn 3:7ss.  OLHA QUANTO PERDEMOS!  A tragédia do pecado!

 

  1. Perdemos Inocência (Pureza) (7)—vergonha entrou na raça humana devida a nudez.  Antes

(2:25) não havia constrangimento . . . nudez sem vergonha, pois não havia nada a esconder.  Mas depois do primeiro pecado, a vergonha entrou no mundo.  O casal por instinto cobriu suas partes genitais, que representavam seu poder de reprodução.  Ficaram com vergonha, por que deste momento em diante, seriam propagadores não da imagem de Deus pura, mas de novos pecadores.  Reproduziriam novos pecadores que acabariam sujando toda a pureza e inocência da criação.  Por isso se cobriram.  (Interessante notar que, com o progresso do pecado e a dessensibilização,  até a vergonha nós perdemos.  Aquele sentimento nato de vergonha por ser agora um progenitor de pecadores foi perdido.  Agora expomos nossos membros íntimos sem vergonha nenhuma, pois o pecado é tão comum.  Não lembramos do que éramos!)

 

  1. Perdemos Intimidade com Deus (Propósito) (8-10)—em vez de gozar a presença de Deus, a

comunhão com Deus, o propósito para qual fomos criados—o homem se tornou inimigo de Deus.  Eles se esconderam, e sentiram medo.  Aquele relacionamento de intimidade e comunhão foi rompido, e no lugar foi solidão, isolamento, separação do Criador, e a perda do propósito de sua vida.  O medo de rejeição, culpa, e morte começou a dominar.

 

  1. Perdemos a Imagem de Deus (Paz) (12)—a harmonia da primeira criação foi totalmente

interrompida.  O homem foi criado para espelhar a imagem de Deus, mas o espelho ficou sujo e a imagem ofuscada.  Não havia mais paz, e por isso a imagem de Deus ficou embaçada.

  1. a)Com Deus.  Aquela paz e satisfação com Deus virou reclamação, crítica, acusação de injustiça: A mulher que TU me deste . . . “  Desde então o homem vive culpando a Deus pelo seu próprio pecado, pelo mal no mundo, pelo sofrimento no mundo, como se fosse a culpa de Deus e não do homem.  Provérbios diz, “mas é quanto o Senhor que o seu coração se ira”

 

  1. b)No Lar.  “ELA me deu”.  Aquela que Deus criou para ser auxiliadora idônea, uma complementação perfeita, adequada, conforme seu oposto; um socorro, auxílio, amparo e refúgio, acabou sendo causa de conflito, tensão, culpa, crítica.  Em vez de complementar, vão competir!   Logo após esse episódio, encontraremos as conseqüências do pecado nos filhos, pois um, Caim, vai matar seu próprio irmão Abel. Desde então as conseqüências do pecado tem dominado no lar.

 

  1. c)No Mundo (17).  O mundo inteiro sofreu as conseqüências do pecado.  “Maldita é a terra por tua causa”.  Toda segunda-feira que arrastamos nossos corpos fora da cama para o serviço somos lembrados de que a vida é difícil por causa do pecado!  Romanos diz “Toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora . . . “ (8:22).

 

Aplicação:

1)   O Evangelho: Primeiro a pessoa tem que saber que está perdida, alienada, inimigo de Deus, pendurado sobre o inferno por um fio.  A nossa tendência de chamar pessoas para Jesus para ter uma vida alegre, realizada, como se Jesus fosse uma Coca-Cola “Tente Jesus, e ele satisfará todos os seus desejos”.  Esse evangelho barato é o que vende em igrejas por aqui que associam Jesus com a prosperidade.  Jesus não é um Salvador, mas um Vendedor.  Jesus não veio para salvar da morte eterna, mas para dar conforto temporal.

 

2)   O Coração: Permita que Deus sonde seu coração.  Não seja teimoso, obstinado, resistindo a obra que Ele quer fazer, para que você veja sua necessidade de um Salvador e viva sua vida aos pés da cruz.  Ele te ama tanto que não permitirá que você habite em qualquer lugar de apatia, complacência, indiferença.  Ele está no negócio de vender espelhos.

 

  1. O Que Sou Em Cristo (22)  (RECONCILIADO)

 

Se o primeiro alvo deste texto foi para mostrar-nos perdidos sem Cristo, a grande ênfase de vs 22 é para que absorvamos as boas notícias!  Fomos reconciliados em Cristo!  O pecado não mais domina sobre nós.  A culpa não precisa mais pairar sobre nossas cabeças.  Não podemos continuar sacrificando pelos nossos pecados, tentando agradar ou apaziguar um Deus bravo que virou as costas para nós.  Vs 22 é a foto “depois” daquela propaganda “antes e depois”.

 

Neste texto Paulo quer que nos vimos não somente como perdidos, mas também como achados, e que nossos corações fossem quebrantados, amolecidos, tratáveis, por causa deste fato.

 

Ler vs 22

 

Tudo que o pecado tirou de nós—inocência, intimidade, paz—Jesus restaurou pela sua obra de reconciliação na cruz.  (“no corpo da sua carne, mediante a sua morte”).  A cruz de Cristo é o evento central de toda a história, onde tudo o que era sem Cristo foi revertido EM CRISTO!  Tudo é novo!  Preciso lembrar, sim, do que era, para valoriza o que sou, mas não preciso morar ali.  Eu moro na verdade da obra final da cruz.  Habito na minha nova posição em Cristo!

 

Como é gostoso estar com pessoas que nunca esqueceram da maravilha de tudo que Deus fez por eles em Cristo.  Como é gostoso ouvir testemunhos de pessoas sendo preparadas para o batismo, e ouvir como Deus os resgatou das trevas.  Grandes coisas fez o Senhor por nós!  Alguns ele tirou do alcoolismo . . . outros da imoralidade . . . outro do materialismo . . . outros do temor da morte . . . outros de lares desfeitos . . . mas todos do reino do pecado.  Essas pessoas não são arrogantes, críticos, mas sensíveis, macias.

 

Ilust.: Grandes heróis do nosso mundo, Pelé, Michael Jordan, etc. que saíram de situações pobres, favelas.  Voltam para realizar obras sociais, devolver um pouco do muito que tem prosperado.  Mas nunca voltam para morar ali.  Quando perguntados por quê retornam, respondem, “Nunca quero esquecer de onde vim. . . “

 

A.    O Quê: Reconciliação  Esse versículo se divide em duas partes: O que Deus fez por nós em Cristo, e o “para quê”.

 

O homem crê em religião, ou seja, a tentativa de “re-ligar-se” a Deus.  Mas todo seu esforço é vaidade, fútil, inútil.  Deus não crê em religião, mas em reconciliação.  ELE mesmo toma a inciativa para restaurar comunhão com o homem, através da morte do seu filho.

 

2 Co 5:17-21, o texto clássico.  Somos NOVAS CRIATURAS em Cristo!  Tudo mudou!  O poder do evangelho me transferiu do reino das trevas para o reino da luz!  Os velhos hábitos, padrões, pensamentos, podem ser renovados.  Não sou condenado a repetir os pecados dos meus pais ou ancestrais.  Há novos começos.  “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericóridas não têm fim; renovam-se cada manhã.  Grande é a tua fidelidade.”  (Lm 3:22,23).

 

Essa reconciliação aconteceu porque na sua morte Jesus absorveu todo o pecado da raça humana.  Ele que não conheceu o pecado se fez pecado por nós.  Toda a sujeira, lama, barro, imoralidade, etc. ele tomou sobre si.  Mas não foi só isso.  É somente metade do evangelho.  Jesus não somente tirou os nossos pecados.  Ele nos deu sua própria justiça!

 

Ilust.: Um grande paradoxo!  Justamente no lugar onde a guerra entre o homem e Deus atingiu proporções gigantescas, Deus declarou paz por causa da morte de seu filho!  Imagine—quando o homem matou o filho de Deus, Deus naquele instante declarou paz entre Si e o homem!

Reconciliação no mundo pode vir por causa de casamento—brigas entre famílias em Bangladesh durante 20 anos . . . casamento de um jovem de 11 meses e uma mocinha de 4 meses . . .

Don Richardson, Tótem de Paz . . . Nova Guinea . . . tribo Sawi . . . . cultura que valorizaou violência .. . sem confiança mútua . . . troca de crianças entre duas tribos em guerra somo símbolo de boa vontade e paz . . . mas mesmo assim, não era a morte mas a vida da criança, enquanto viva, que garantia a paz.  Mas na cruz de Cristo descobrimos a MORTE do Filho de Deus que provoca a reconciliação entre Deus e o homem!  Grande graça!  Quando mais merecíamos morte, Deus matou seu Filho como sacrifício por nós.

 

Reconciliação:

  1. Com Deus (Cl 1:20 “consigo mesmo”) (2 Co 5:18-19)
  2. No Lar (Ef 5:18—a plenitude do Espírito no Lar—Deus reinando, resgatando o que foi perdido no relacionamento entre cônjuges e entre pais e filhos . . . submissão e respeito, complementação em vez de competição; amor sacrificial e liderança masculina em vez de passividade e acusação; criação de filhos controlados em vez de assassino)
  3. No Mundo (Rm 8:20,21) (em potência)

 

B.    Para Quê?  Propósito da Reconciliação: Santos, inculpáveis, irrepreensíveis

 

Justificação ou Santificação?  (Principalmente justificação, mas com aplicações práticas para santificação.  a)  reconciliação é o assunto principal, e foi algo completado uma vez para sempre

  1. b)o lugar onde a obra de “apresentação” aconteceu foi na cruz  c) “apresentar” foi um termo legal, de tribunais, em que alguém foi apresentado diante de um juiz (Rm 14:12).

Cf. Ef 1:4, Cl 1:28; Ef 5:27, Fp 2:15, Jd 24, Ap 14:5, Hb 9:14, 1 Pe 1:19; 1 Tm 3:10, Tt 1:6,7)

 

Ilust.: Zc 3:1-5 Josué o Sumo-Sacerdote (cp Ap 12:10,12)

 

Aplicação:

1)    Culpa, a nuvem preta sobre sua cabeça: pare de sacrificar pelos seus pecados!  Corra até a cruz, derrame seu coração ali na sua presença, e deixe-o ali.  Não digo ficar acomodado, mas sim, quebrantado pelo seu pecado, mas depois de vê-lo, descarrega seu fardo em Jesus.

2)    Viver em conformidade com sua alta posição em Cristo!  (Cl 1:10, Ef 4:1)

 

III. O Que Faço COM Cristo (23)

 

(Era SEM Cristo, Sou EM Cristo)

 

O texto termina falando sobre COMO ganhamos essa nova posição em Cristo.  Como ser reconciliado?  Como ser achado?  Vem pela fé perseverante, fé na obra final de Cristo na cruz, a morte dele como minha morte, a vida dele como minha vida.  Para gozarmos dessa reconciliação, preciso depositar toda minha confiança em Jesus Cristo como minha única esperança de vida eterna.  A palavra “se” traz essa idéia: todos que se agarram em Jesus, terão essa esperança.

 

Mas ao mesmo tempo, a fé verdadeira persevera, agarra-se em Jesus, fica pendurado em Jesus.  Alguns heréges da época queriam convencer os Colossenses de que talvez a obra final de Cristo na cruz não era suficiente, que talvez precisava de algo mais, algo mairo, um conhecimento maior, uma segunda obra da graça maior.  Mas Paulo destaca a verdade simples do evangelho—Jesus Cristo é suficiente para salvar eternamente, mas precisa ser agarrado eternamente.  Quem já viu sua condição SEM Cristo, quem descobre sua nova identidade EM Cristo, quer continuar COM Cristo.

 

3 frases descrevem a fé verdadeira:

1)    permaneceis na fé (satisfeitos com a obra final de Cristo, sem tentar acrescentar mais, ir além)

2)    alicerçados e firmes (na doutrina apostólica, a mensagem pregada por Paulo) (Ef 3:17)

3)    não vos deixando afastar da esperança do evangelho (tentação dos falsos mestres (1 Co 15:58)

(o termo aqui traz a idéia de alguém que muda sua habitação de tempo em tempos, instável)

 

São termos que descrevem uma construção sólida, imóvel, plantada num alicerce que nenhum terremoto pode sacudir.

 

A fé evangélica histórica é muito mais que mero conhecimento dos fatos do evangelho (que sou pecador, que Jesus morreu na cruz e ressuscitou).  A fé salvadora exige conhecimento dos fatos do evangelho, afirmação da verdade do evangelho, e CONFIANÇA (apropriação) pessoal do evangelho.   O que distingui, por exemplo, conhecimento intelectual e fé verdadeira é a aplicação pessoal da obra de Jesus EM MEU LUGAR, em que lanço meu destino eterno, minha esperança, meu pecado, sobre a pessoa de Jesus sem nenhum outro “Plano B”.  Só Jesus.  Confio nele.

 

Ilust.:  Carrinho sobre Niagara.  É ficar à margem do precipício do inferno, com a cruz de Jesus como a única ponte que atravessa para o céu, e escolher Jesus.  Posso tentar fazer uma corda das minhas próprias obras.  Posso inventar um helicóptero de . . .

 

Conclusão:  Esse é o modelo para um testemunho cristão—o que era sem Cristo; o que sou em Cristo; o que faço com Cristo.

 

            Apelo:  (1) Será que você já experimentou esses 3 passos?  De ver que você estava perdido sem Cristo?  Que precisa ser reconciliado em Cristo?  Que somente pela fé que será religado com Deus?  Convido você neste instante a aceitar Jesus como seu Salvador.

(2) Cristão que vive debaixo da culpa do passado, e não anda na sua nova posição em Cristo

(3) Cristão que Deus está querendo mostrar a natureza do seu coração para você andar mais perto da cruz, e não como um gato orgulhoso, espinhoso, arrogante . . .

 

Idéia:  O cristão em Cristo está eternamente reconciliado com Deus por causa da obra final de Jesus na cruz.

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Levany Júnior

Levany Júnior é Advogado e diretor do Blog do Levany Júnior. Blog aborda notícias principalmente de todo estado do Rio Grande do Norte, grande Natal, Alto do Rodrigues, Pendências, Macau, Assú, Mossoró e todo interior do RN. E-mail: levanyjunior@blogdolevanyjunior.com

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