MACAÍBA RN-Não há continuidade nas políticas de Estado brasileiras


palacio_do_planalto

Por junior50

Comentário ao post “A cooperação internacional como arma política

O Brasil não tem, nunca teve politicas de Estado, desde a redemocratização vivemos um intenso FLA X FLU, projetos são considerados do ” governo de plantão ” , somente terão continuidade caso seu sucessor seja do mesmo espectro político, caso seja de outro, enterra-se o que ja foi feito, não importando o quanto se gastou, e parte-se para outro, invariavelmente completamente oposto ao paralisado.
Tal prática bloqueia qualquer iniciativa de internacionalização, pois sempre se tratam de ações de médio – longo prazo, demanda bastante tempo, competência política, superar concorrentes, muitos dos quais utilizam-se de vasta experiência, redes de relacionamentos mais antigas, financiamentos mais comôdos para o tomador, apoio de mídia tanto local como externo ( subvencionar jornalistas, “formadores de opinião”, lobistas locais – É do JOGO ) , em negócios não existem vestais, e quem perde não reclama, aguarda a próxima e dá o troco ( nos anos 70/80 os americanos da Raytheon perderam para os franceses da Thomson/CSF o contrato do DACTA, americanos ficaram calados, mas nos anos 90 a Raytheon somada a Lockheed, virou o jogo, ganhou o SIVAM e as atualizações do Dacta ).Por junior50

Comentário ao post “A cooperação internacional como arma política

O Brasil não tem, nunca teve politicas de Estado, desde a redemocratização vivemos um intenso FLA X FLU, projetos são considerados do ” governo de plantão ” , somente terão continuidade caso seu sucessor seja do mesmo espectro político, caso seja de outro, enterra-se o que ja foi feito, não importando o quanto se gastou, e parte-se para outro, invariavelmente completamente oposto ao paralisado.
Tal prática bloqueia qualquer iniciativa de internacionalização, pois sempre se tratam de ações de médio – longo prazo, demanda bastante tempo, competência política, superar concorrentes, muitos dos quais utilizam-se de vasta experiência, redes de relacionamentos mais antigas, financiamentos mais comôdos para o tomador, apoio de mídia tanto local como externo ( subvencionar jornalistas, “formadores de opinião”, lobistas locais – É do JOGO ) , em negócios não existem vestais, e quem perde não reclama, aguarda a próxima e dá o troco ( nos anos 70/80 os americanos da Raytheon perderam para os franceses da Thomson/CSF o contrato do DACTA, americanos ficaram calados, mas nos anos 90 a Raytheon somada a Lockheed, virou o jogo, ganhou o SIVAM e as atualizações do Dacta ).
Discordo do texto que tais prerrogativas se restrinjam a PR, mas tb. ao congresso, pois possuir uma política de Estado, é uma construção da sociedade, que está representada ou deveria estar, pelo parlamento.
Já quanto a participação da “academia”, pode esquecer, ela está contaminada pelo ambiente FLA x FLU, adoram ficar discutindo o nada, debate 10,0 – praticidade 0,00 ; meu filho, depois que assisti um debate em uma universidade paulistana de 1a linha, com alunos de ” relações Internacionais” e seus laureados professores, no qual a grande discussão foi sobre a “expansão comunista na América Latina “, e outros assuntos dignos da máquina do tempo, percebi que estas pessoas ainda estão nos anos 80, não dá para esperar nada delas, só mais discussões inúteis.
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Levany Júnior

Levany Júnior é Advogado e diretor do Blog do Levany Júnior. Blog aborda notícias principalmente de todo estado do Rio Grande do Norte, grande Natal, Alto do Rodrigues, Pendências, Macau, Assú, Mossoró e todo interior do RN. E-mail: levanyjunior@blogdolevanyjunior.com

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