MACAÍBA RN-MACAÍBA – UM POUCO DE SUA HISTÓRIA – III


09/08/2019

MACAÍBA – UM POUCO DE SUA HISTÓRIA – III
Após a administração de Mônica Dantas e Manoel Firmino de Medeiros, em 1968 veio a de Geraldo Pinheiro e Heronides Mangabeira; em 1972, Valério Mesquita e Célio Maia; em 1976, Silvan Pessoa e Silva e Jorge Jonas de Lima; em 1982, Odiléia Mércia da Costa Mesquita e Francisco Saraiva Maia; em 1988, Mônica Nóbrega Dantas e Francisco Pereira dos Santos e em 1992, Odiléia  Mércia da Costa e Silvan Pessoa e Silva. Em 1996, foram eleitos Luiz Gonzaga Soares e João Inácio da Silva Filho e, finalmente Marília Dias e de Fernando Cunha até a presente data.
Ao longo do período desses prefeitos, dos anos setenta, oitenta e noventa, até esta data, Macaíba experimentou um sensível desenvolvimento social que teve o seu reflexo na multiplicação do comercio (lojas e grandes armazéns, supermercados), práticas esportivas modelares como o futebol de salão e de campo que sempre foi tradição ao longo de muitos anos desde o velho estádio perto do cemitério local. Surgiram novas escolas como o Alfredo Mesquita, Henrique Castriciano, Pedro Gomes de Souza, Otacílio Alecrim, Câmara Cascudo e por último o CAIC Jessé Pinto Freire, a última palavra em educação integrada.
Hoje, a violência e a marginalidade tornaram-se um imperativo maior que a Lei. Macaíba inserida na área metropolitana, padece desse perigo, desse flagelo. Quadrilhas de bairros se formaram. Isso nunca existiu. Tudo é fruto do desemprego, do empobrecimento da família, da falta de  educação, saúde e da própria exclusão da sociedade de um modo geral.
Por outro lado, assiste-se ao cronograma de implantação lento de algumas indústrias de grande porte, ao sabor da crise econômica brasileira. É haja esperança besta, fútil, ilusória de esperar, esperar, esperar e morrer. Enquanto isso os banqueiros, empreiteiros e os “anões do orçamento oficial e do precatório, continuam a imperar sobre a carcaça de um podo desnutrido, saqueado, envergonhado, num pais sem rumo, prumo e sem futuro.
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