Logo no primeiro versículo do salmo 1 o salmista chama nossa atenção para três coisas que o homem bem-aventurado deve evitar: a) Não andar no conselho dos ímpios. b) Não se deter no caminho dos pecadores. c) Não se assentar na roda dos escarnecedores.


DEUSNOVAS REFLEXÕES SOBRE O SALMO 1
Estudo bíblico

Texto-base: Salmo 1: “1. Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. 3. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. 4. Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. 5. Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos. 6. Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá”.

O homem bem-aventurado.

Que significa ser bem-aventurado? Bem-aventurança traduz-se por felicidade. O homem bem-aventurado é, por conseguinte, um homem feliz.

No capítulo 5 do evangelho de Mateus o Senhor Jesus afirma que são bem-aventurados, felizes, os que vivem em conformidade com os padrões estabelecidos por Deus para os seus filhos, e aponta características que lhes devem ser próprias para que possam refletir sua imagem e semelhança e sejam reflexos de Cristo Jesus. As bem-aventuranças evidenciam os frutos da transformação que o Espírito Santo realiza na alma do homem: humildade de espírito, mansidão, sede de justiça, misericórdia, pureza de coração, espírito de pacificação, amor a Jesus e à Palavra de Deus.

O Senhor estabelece nas bem-aventuranças um contraste entre os valores do mundo e a moral cristã. A moral ensinada por Cristo cura primeiramente o homem e dá-lhe um novo princípio de atuação, uma nova visão de vida, que é a ação do Espírito Santo na alma. Esse é o homem bem-aventurado. Esse é o homem feliz .

Três afirmações negativas sobre o homem feliz.

Logo no primeiro versículo do salmo 1 o salmista chama nossa atenção para três coisas que o homem bem-aventurado deve evitar:

a) Não andar no conselho dos ímpios.
b) Não se deter no caminho dos pecadores.
c) Não se assentar na roda dos escarnecedores.

Não andar no conselho dos ímpios.

Que é um homem ímpio? O dicionário registra que a palavra “ímpio” se traduz como perverso, que não respeita a moral nem a religião, desumano, cruel. É evidente que no contexto bíblico e mais especificamente no salmo 1 o ímpio se enquadra em todas essas definições. Enquanto o bem-aventurado procura andar nos padrões ensinados por Deus, o ímpio age de modo inverso. Não crê no Senhor nem anda em seus caminhos.

Entendemos que “não andar no conselho dos ímpios’ quer dizer não se amoldar ao seu modus vivendi, não viver segundo seus padrões pecaminosos, contrários aos preceitos divinos. A esse respeito destaco dois importantes textos bíblicos:

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Rm 12.2)

“Não vos enganeis; as más conversações corrompem os bons costumes’. (1 Co 15:33).

O ímpio é alguém que não consegue distinguir os valores espirituais; é alguém que vive à margem da vida completa e satisfatória que Jesus oferece (João 10:10), que não consegue ou não quer captar o que Deus fala ou oferece; que vive fora dos propósitos de Deus para o ser humano.

Dar ouvido aos conselhos de pessoas não-cristãs, não tementes a Deus, em detrimento dos ensinamentos do Senhor é trilhar por caminhos de morte. Os bons costumes ensinados pela Palavra de Deus e pelos pais correm o perigo de serem corrompidos. Quantos exemplos não temos visto de pessoas que se desviaram da fé e se perderam no mundo do pecado por terem dado ouvido a conselhos ímpios e a conversações impróprias e inadequada para um filho de Deus? Alguns conseguem, pela graça e misericórdia de Deus, libertar-se das garras do pecado; outros, todavia, acabam sucumbindo tragicamente.

O que dá ouvidos aos conselhos do ímpio iguala-se a um cego guiado por outro cego (MT 15:14). Nós, porém, já fomos curados de nossa cegueira espiritual e hoje somos guiados pela Luz do mundo, Jesus, o Filho de Deus; não mais andamos em trevas. Ele ilumina nossos caminhos (Sl 119:105).

O convertido a Cristo dá as costas para o pecado, faz meia volta e volta-se para Deus. Como ovelha do Bom Pastor, ouve sua voz e o segue.

Não se deter no caminho dos pecadores.

Por que não se deter no caminho dos pecadores? O caminho dos pecadores está na contramão dos caminhos de Deus. Parar no caminho dos pecadores implica baixar a guarda e subestimar as artimanhas do diabo. O que assim procede está prestes a cair na arapuca do inimigo de nossas almas. O salmo 91 diz: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois ele te livrará do laço do passarinheiro…” O laço do passarinheiro está presente, também, no caminho dos pecadores.

Todos somos pecadores, alegará alguém, e com razão, porque diante de Deus não há nenhum justo. Existe, contudo, uma diferença entre os pecadores. Há pecadores redimidos de seus pecados por terem recebido Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas e há aqueles pecadores que se rebelam e não ouvem a Palavra de Deus, preferindo, antes, continuar vivendo pecando. Por isso o apóstolo João escreveu: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 Jo 2.1)…”e o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1:7-b”. Portanto, como pecadores remidos e lavados pela sangue do Cordeiro de Deus, não nos detenhamos no caminho dos pecadores rebeldes e contumazes na vida pecaminosa. A Bíblia nos adverte em muitos textos a respeito. Eis alguns:

“Espinhos e laços há no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe deles” (Pv 22:5).
“O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena” (Pv 27:12).
“Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte” (Pv 16:25).

-Não se assentar na roda dos escarnecedores.

Quem é o escarnecedor? Escarnecer significa zombar, chacotear, gracejar, troçar,etc. Muitos homens que não creem nem temem a Deus costumam contar piadas sobre Ele, zombar do que a Bíblia ensina, gracejar dos crentes, etc. Esses são os escarnecedores. Davi, no salmo 42, escreveu, num momento de abatimento de sua alma: “As minhas lágrimas têm sido o meu alimento dia e noite, enquanto me dizem continuamente: O teu Deus, onde está?”(Sl 42:3). Escarneciam de Deus à vista das tribulações de Davi. Da mesma forma, escarneceram do Senhor Jesus quando agonizava na cruz do Calvário. Diziam: Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!”(Mt 27;40). O soldados romanos também escarneceram de Jesus quando o despojaram de suas vestes, cobriram-no com um manto escarlate, puseram-lhe na cabeça uma coroa de espinho e na sua mão direita um caniço, e ajoelharam-se diante dele dizendo: “Salve, rei dos judeus’ (Mt 27:29).

Não convém ao cristão, portanto, assentar-se à mesa com pessoas que não temem ao Senhor, que são irreverentes ao seu Santo nome e cuja conduta não é compatível com a boa ética e moral cristãs. Alguns textos a serem considerados:

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão da luz com as trevas? (2 Co 6:14)
“Já em carta vos referi que não vos associeis com os impuros” (1 Co 5:9)
“Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma” (Pv 22:24-25).
“Não estejas entre os bebedores de vinho e o comilão de carne. Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem” (Pv 23:20-21)

O prazer na lei do Senhor

O salmo 119, o mais longo dos salmos, trata da excelência da lei divina. O salmista expressou de forma inequívoca o prazer que sente o homem de Deus na obediência e na meditação dos preceitos ordenados pelo Criador. Vejamos alguns versículos desse salmo:

Vs. 47: “Terei prazer nos teus mandamentos, os quais eu amo.
Vs. 54: “Os teus decretos são motivo dos meus cânticos”.
Vs. 92: “Não fosse a tua lei ter sido o meu prazer, há muito já teria eu perecido na minha angústia”.
Vs. 93: “Nunca me esquecerei dos teus preceitos, visto que por eles me tens dado vida”.
Vs. 105: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz, para os meus caminhos’.
Vs. 165: “Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço”.

Davi escreveu com muita propriedade tais palavras, sob a inspiração do Espírito Santo, pois, por ser obediente a Deus e andar segundo seus estatutos, a Bíblia o chama de um homem segundo o coração de Deus. Como não ter prazer na Palavra de Deus, que ilumina meus caminhos, guarda minha alma e me dá a vida eterna?

Os prazeres do mundo

Enquanto o prazer do homem bem-aventurado está na lei do Senhor, que é objeto de sua meditação contínua, o prazer do ímpio está nas coisas que o mundo oferece. E a porta de entrada para os prazeres mundanos é muito larga, sedutora, atraente, e são muitos os que entram por ela, para sua perdição (Mt 7:13). Infelizmente, porque Deus não tem prazer na morte do ímpio (Ez 18:23). A Bíblia nos adverte sobre o mundo:

“O mundo inteiro jaz no Maligno” (I Jo 5:19).
“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo (I Jo 2:15-16).
“Infiel, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4:4).

O diabo utiliza os prazeres do mundo, os quais às vezes se apresentam como inofensivos, para destruir pessoas incautas. Não é sem razão que Jesus disse que o diabo veio para roubar, matar e destruir . O apóstolo Pedro nos admoesta: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé…”(1 Pe 5:8-9). Não levar em consideração esta advertência é desafiar o perigo, é dar lugar ao diabo, é abrir para Satanás nossas brechas espirituais. Quem brinca com fogo acaba por queimar-se. E isso dói; deixa cicatrizes. Somos aconselhados a não dar lugar ao diabo (Ef 4:27), porque “o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2 Co 11:14) para nos enganar. Mas a Bíblia diz: “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4:7) e “Foge, outrossim, das paixões da mocidade” (2 Tm 2:22).

Resista às investidas do inimigo fugindo das tentações mundanas, do pecado, da porta larga. Não dê ouvidos aos apelos sedutores do mundo e do que nele há. Alegre-se, porém, no Senhor (Fp 4:4).

Meditar na lei do Senhor

O prazer que o salmista tem na lei do Senhor faz com que ele medite nela de dia e de noite. Meditar de dia e de noite na lei do Senhor significa tê-la sempre presente na vida, em qualquer lugar, tempo e circunstância. Significa que, além de nela refletirmos, devemos pautar nosso modo de vida em conformidade com seus preceitos, seja no lar, seja na igreja, no trabalho, no colégio, na rua, no nosso lazer. A lei do Senhor deve ser um norte para nossa vida e deve ter habitação em nosso coração. Por isso o salmista diz: “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (Sl 119:11). Outros textos que nos falam da lei do Senhor e nos quais devemos meditar, entre tantos outros, são:

“Estas palavras que, hoje, te ordeno, estarão no teu coração” (Dt 6:9).
“Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito” (Sl 119:15).
“Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei das tuas palavras” (Sl 119:16).
“Quanto amo a tua lei! É a minha meditação todo dia” (Sl 119:97).
“Não cesses de falar deste livro da lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido” (Js 1:8).

Aquele que medita continuamente na lei do Senhor e anda em seus caminhos, nela se alegra e encontra refrigério para sua alma.

As bênçãos sobre o homem bem-aventurado”

O versículo 3 do salmo 1 diz que o homem bem-aventurado é “como árvore plantada junto a corrente de águas que, no devido tempo, dá seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido”.

Você já observou uma árvore plantada junto às águas? Está sempre viçosa, verdejante, e dá seu fruto na época própria. Suas raízes são alimentadas pelo subsolo fértil e úmido, pois as águas lhe dão vida. Assim é o homem bem-aventurado. Tal qual a árvore que, junto à corrente de águas, dá seu fruto no tempo devido, o homem bem-aventurado sacia sua sede na fonte de águas vivas, Jesus; produz seus frutos, o fruto do Espírito (Gl 5:22-23), e jamais terá sede (Jo 4:14). Disse Jesus: “Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:5).

A folhagem da árvore plantada junto a corrente de águas não murcha, ou seja, o homem bem-aventurado não vive murcho, de espírito abatido, desanimado, com secura na alma, amargurado. Ao contrário, ele tem vida, e vida em abundância (Jo 10:10). Para isso Jesus veio.

Aquele que está em Cristo Jesus e nele permanece, dá muitos frutos, nunca murchará, eternamente.

A prosperidade do homem bem-aventurado

O salmista escreve que tudo quanto o homem bem-aventurado fizer será bem sucedido. Quando se fala em ser bem sucedido se pensa logo em prosperidade. E quando se fala em prosperidade, as primeiras coisas que vêm à mente são ascensão profissional, social, bens patrimoniais, ganhar muito dinheiro, riqueza, belas e luxuosas moradias, etc. Esta é a visão do mundo, esta é visão tão propalada pela teologia da prosperidade, que tem se espalhado em muitos arraiais evangélicos.

Mas a visão bíblica é que “prosperar” não diz respeito unicamente às coisas materiais. Aquele que pensa desta maneira incorre num grave erro. Certa vez Jesus disse a seus seguidores que “a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lc 12:15), e que não deveríamos estar ansiosos sobre nossas necessidades do dia-a-dia, mas que deveríamos buscar em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça, pois as demais coisas no seriam acrescentadas (Mt 6:25-34).

As “demais coisas” não significam coisas supérfluas, mas o que temos necessidade para viver. Deus, em sua soberania e graça abençoa-nos, também, com bênçãos materiais, mas esse não deve ser o nosso foco. Ele sabe do que necessitamos para viver. Encontramos na Bíblia exemplos de homens de Deus que tiveram riquezas, tais como Abraão, Jó, Davi, Salomão, José, Isaque, etc. Mas nem todos serão ricos neste mundo. Riqueza não é pecado e pobreza não é virtude. O pecado está em não saber ser rico ou pobre. Deus supre nossas necessidades diariamente. Ele quer nos abençoar: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4:19). Davi tinha plena confiança nestas palavras de Deus e escreveu no salmo 37, versículo 25: “Fui moço, e já agora sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão”. Isso se chama provisão divina.

Prosperidade, do ponto de vista da Bíblia, é a medida das bênçãos de Deus, conforme sua vontade, que é boa, perfeita e agradável (Rm 12:2-b). Não se trata apenas de “ser rico”, mas possuir sabedoria, dons, paz, segurança, filhos obedientes, etc. Aquele que entende a prosperidade bíblica apenas do ponto de vista material está redondamente enganado. Bênçãos espirituais também são prosperidade advindas de Deus, e muito mais importantes. O cristão pode ser pobre diante dos homens, não ter automóvel, casa própria, polpuda conta bancária, elevada posição social, mas é rico diante de Deus. Ele pode ser pobre, mas nunca lhe faltará o pão nosso de cada dia, pois “aos seus amados ele o dá enquanto dormem” (Sl 127:2-b). Agora, muitos que são ricos diante dos homens são pobres diante de Deus, em razão do apego aos bens materiais, a exemplo do jovem rico em Marcos 10:17-22. Ele cumpria toda a lei, mas uma só coisa o afastava do reino de Deus: o amor às riquezas. A respeito das riquezas e do dinheiro a Bíblia nos ensina:

“Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentam com muitas dores” (1 Tm 6:9-10).
“Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Lc 16:13-b).
“…mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera” (Mc 4:19)
“Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência” (Pv 23:4)
“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade” (Ec 5:10)
“Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco, quer muito; mas a fartura do rico não o deixa dormir” (Ec 5:12)
“Grave mal vi debaixo do sol: as riquezas que seus donos guardam para o próprio dano” (Ec 5:13).

Quer prosperar em seu caminho e ser bem sucedido? Não deixe de ler e meditar na lei do Senhor e procure pautar sua vida conforme tudo o que nela está escrito (Js 1:8).

Não deixe que a prosperidade dos maus lhe incomodem. Leia o salmo 73 e veja como esse problema perturbou Asafe, até o dia em que ele entrou no santuário de Deus e atinou com o fim deles. A obediência à vontade de Deus leva o homem a gozar paz, harmonia, segurança e a usufruir dos benefícios que Deus tem reservado àqueles que o amam (2 Cr 26:3-5).

A que o ímpio é comparado?

O salmista diz que os ímpios são como a palha que o vento dispersa. No dia do Juízo de Deus a palha, que para nada serve, será peneirada e dispersa pelo vento divino. O ramo que não der fruto secará e será lançado ao fogo. Eles não prevalecerão no Juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. Os ímpios são acostumados a, pelas posições que ocupam entre os homens e pelos bens que possuem, prevalecer no juízo dos homens. Mas no juízo de Deus isso não ocorrerá. De nada adiantarão a conta bancária, os tesouros acumulados nos bancos, a posição social que ostentam, pois o Senhor conhece o caminho dos ímpios.

Mas Deus conhece o caminho do justo: Jesus, o Salvador, aquele que disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14:6).
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Estudo elaborado por:
Manoel Nerivaldo Lopes
Presbítero



Levany Júnior

Levany Júnior é Advogado e diretor do Blog do Levany Júnior. Blog aborda notícias principalmente de todo estado do Rio Grande do Norte, grande Natal, Alto do Rodrigues, Pendências, Macau, Assú, Mossoró e todo interior do RN. E-mail: [email protected]

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