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PEDIATRA É PRESO EM OPERAÇÃO NACIONAL QUE PRENDEU MAIS DE 100 POR PEDOFILIA

Foto: Computadores e celulares apreendidos em Casa Branca (SP). Divulgação

A Polícia Civil do município de Casa Branca (SP) prendeu um médico nesta quinta-feira (28) durante a 4º fase da operação nacional “Luz na Infância, coordenada pelo Ministério da Segurança Pública com apoio de policiais civis de 26 estados e o Distrito Federal. A operação resultou na apreensão de materiais e na prisão de 106 pessoas suspeitas de crimes de abuso e exploração sexual infantil. Apenas em São Paulo foram presas 63 pessoas. Segundo o delegado seccional Benedito Antônio Noronha Júnior, um pediatra de 74 anos foi flagrado em casa com materiais e vídeos de pornografia infantil.

Procurada pelo G1, a defesa do pediatra informou que irá aguardar a audiência de custódia para se pronunciar, pois o caso ainda é prematuro. A única afirmação do advogado, até o momento, é que os materiais apreendidos não estão atrelados à profissão do médico e eram armazenados em computadores particulares.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) instaurou sindicância para apurar a denúncia contra o médico. A investigação correrá sob sigilo determinado por lei, segundo o órgão.

Na ação em Casa Branca (SP), os policiais foram até a casa do médico e flagraram o pediatra compartilhando o material. “Causou até uma surpresa porque é um médico bem conceituado aqui no município. O computador estava ligado e ele estava compartilhando o material, realmente não houve dúvida de que ele estaria nessa situação”, disse o delegado.

A polícia apreendeu um computador, um notebook e vários aparelhos celulares. O médico foi encaminhado para a delegacia para prestar depoimento.

“O delegado que acompanhou a diligência está analisando e verificando as condições de procedência e deve lavrar o flagrante colocando o médico a disposição da Justiça”, disse Noronha.

Compartilhamento há 1 ano e meio

De acordo com o delegado Wanderley Martins, o pediatra confirmou que baixava e compartilhava o material pornográfico há pelo menos 1 ano e meio e disse que não sabia que a prática era criminosa. O médico vai passar por audiência de custódia ainda nesta quinta-feira.

As penas para os crimes investigados variam entre 1 e 8 anos de prisão. Quem armazena material de pornografia infantil tem pena de 1 a 4 anos de prisão. Para quem compartilha, a pena é de 3 a 6 anos de prisão. A punição aumenta para 4 a 8 anos de prisão para quem produz esse tipo de material.

Fonte: G1

 

 



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