A PALAVRA DO DIA-0 Marcos 15.1-47- E VOCÊ, QUAL JESUS VAIS ESCOLHER?


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Marcos 15.1-47- E VOCÊ, QUAL JESUS VAIS ESCOLHER?

Estamos vendo o evangelho de Marcos que foi escrito para apresentar as boas-novas de Jesus a um público essencialmente gentio por meio da narração do testemunho dos discípulos a respeito dos fatos notáveis sobre a vida, a morte e a ressurreição de Cristo. Estamos na última parte, a III, no penúltimo capítulo de Marcos, o 15.

III. O MINISTÉRIO DE JESUS NA JUDEIA (10.1-16.20) – continuação.

Como já dissemos, embora Marcos considerasse muito importante o ministério de Jesus no norte, ele apresenta o ministério de Jesus na Judeia como o clímax da vida terrena de nosso Senhor. Nesse ponto, Jesus caminha em direção à sua morte e ressurreição, como ele havia predito.

Didaticamente, para melhor entendermos o assunto, nós dividimos esta parte, conforme a BEG, em dez subpartes: A. Os ensinos durante a jornada (10.1-45) – já vista; B. A cura em Jericó (10.46-52) – já vista; C. A entrada triunfal em Jerusalém (11.1-11) – já vimos; D. A purificação do templo (11.12-26) – já vimos; E. Controvérsias no templo (11.27 – 12.44) – já vimos; F Profecias no monte das Oliveiras (13.1-37) – já vimos; G. Unção em Betânia (14.1-11) – veremos agora; H. A ceia de Páscoa em Jerusalém (14.12-31) – já vimos; I. Abandono, julgamento e morte (14.32 – 15.47) – concluiremos agora; e, J. Ressurreição e comprovação (16.1-20).

Foi tudo tão rápido entre a prisão de Jesus e a sua morte. Acho que isso não durou 12 horas. Por isso se admirou Pilatos de que Jesus já havia morrido e procurou se certificar com o comandante antes de liberar o corpo de Jesus a José de Arimatéia que queria sepultá-lo.

Pilatos até tentou liberar Jesus, mas querendo agradar aos homens, ouviu a multidão que pediu ao outro Jesus. Havia naquele dia dois Jesus e um deles seria agraciado com a sua soltura. Mas por que mesmo Jesus estava preso? Ninguém sabia. Nada havia contra ele.

E quanto a este outro Jesus? A multidão excitada pelos sacerdotes clamava: crucifica-o! Então Jesus, Barrabas foi solto e Jesus Cristo foi condenado. Pilatos mandou açoitá-lo. Nas mãos dos homens que veio salvar, sofreu afrontas, desprezo e violência.

Eis ai a demonstração de amor pura e legítima que devemos seguir. Por amor aos pecadores, por amor aos homens, lá estava Jesus sofrendo todo mal. Como ovelha muda não abriu a sua boca. Aceitou o governo de seu Pai sobre ele – ao contrário do que prega a teologia da prosperidade -, confiando-lhe piamente a sua vida e, pelos homens, morreu a morte dos homens. Glórias a Deus!

Vejamos, detalhadamente, este maravilhoso capítulo, com a ajuda prestimosa da BEG.

  1. Abandono, julgamento e morte (14.32 – 15.47) –continuação.

Logo pela manhã, provavelmente ao amanhecer. Parece que o Sinédrio se reuniu novamente (isso depois de uma sessão noturna) buscando dar um aspecto legal aos seus procedimentos. Todavia, a acusação de blasfêmia, estabelecida na noite anterior, dificilmente impressionaria a corte civil do tribunal romano. Por isso, essa segunda sessão do Sinédrio pode perfeitamente ter tido o objetivo (Lc 23.2 confirma isso) de formular uma acusação civil.

Eles estavam todos reunidos contra Jesus: os principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho. Deus encarnado, a Verdade, ali, nas mãos deles, mas não podiam enxergar. Ligaram ele, o levaram e o entregaram a Pilatos.

A frase do Credo Apostólico “padeceu sob Pôncio Pilatos” faz a ligação da fé cristã com um acontecimento histórico verídico. Uma pedra imponente pertencente a um edifício público na Cesareia do século primeiro traz inscrito o seu nome e o seu cargo. Pilatos foi o governador romano da Judeia de 26 a 36 d.C. Como magistrado supremo, somente ele detinha o direito legal de sentenciar a pena capital (14.64).

Pilatos resolveu interrogá-lo e sua primeira pergunta a Cristo foi se ele era de fato o rei dos judeus? Esse termo é ambíguo, pois num sentido político os Herodes eram os reis, e não Jesus. Apesar disso, Jesus era rei no sentido de que estabeleceu o reino de Deus e cumpriu as profecias messiânicas do Antigo Testamento.

Jesus dá a ele uma resposta vaga. Pilatos não reagiu a resposta de Jesus, apenas perguntou por que ele não respondia (vs. 4), talvez com isso sugerindo que Jesus havia propositalmente dado uma resposta ambígua ou ininteligível.

Pilatos insistia com ele, mas ele ficava em silêncio, nada respondia. Sem dúvida Pilatos procurava mostrar para Jesus que, diante da lei, o silêncio implica consentimento. Aquela atitude de Jesus o perturbou, mas não recuou.

Era, no entanto, um dia de festa e a lei beneficiaria um dos presos, com sua soltura. Considerando a informação disponível nesse versículo, é seguro concluir que Barrabas era um zelote que procurava derrubar o governo de Roma (3.18).

Seu nome provavelmente significa “filho de um rabino”. Ironicamente, alguns manuscritos antigos de Mt 2716 dizem que o primeiro nome de Barrabas era Jesus, um nome bastante comum nessa época e que tem relação com o nome Josué, que significa “salvador”.

A opção que Pilatos propôs à multidão (vs. 9) foi, portanto, uma inconsciente, porém dolorosa escolha entre dois tipos de salvadores:

(1)   Jesus Barrabas, o suposto salvador político de Israel.

(2)   Jesus de Nazaré, o servo sofredor do Senhor que salvaria o seu povo de seus pecados (Mt 1.21).

Dos versos de 7 a 12, vemos a tentativa frustrada de Pilatos de livrar Jesus da morte, mas por pressão da multidão que era incitada pelos principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, ele estava prestes a entregá-lo à crucificação.

A multidão gritava que ele deveria ser crucificado. Crucifica-o! Esse modo cruel e vergonhoso de pena de morte, cuja origem procede da Pérsia e foi primeiro adotada pelos cartagineses e depois pelos romanos, era ilegal quando aplicada a cidadãos romanos e era usada principalmente para os escravos e insurrecionistas (At 5.37).

Cravos de metal eram pregados nos pulsos ou nas mãos (Jo 20.25) e nos calcanhares da vítima, que sangrava vagarosamente em dor excruciante.

Quebrar as pernas da vítima (Jo 19.33) tornava a morte mais rápida por causar asfixia e dificultar o fluxo de sangue para o cérebro, pois a vitima não podia usar suas pernas para erguer o torso e ajudar a respiração.

Como Paulo observou, a crucificação de Jesus o expôs publicamente como o Filho de Deus sob a maldição do Pai (Cl 3.13).

Pilatos cedeu aos apelos da multidão a quem queria agradar – vs. 15. A ilegalidade do julgamento romano (14.54) consistia no fato de que Pilatos, embora declarando implicitamente a inocência de Jesus (vs. 14; cf. Jo 18.38), ainda assim o entregou para ser crucificado apenas para agradar a multidão. De acordo com a tradição romana, o açoite sempre precedia à crucificação.

Sendo entregue à crucificação, os soldados o levam para dentro do palácio, que é o pretório. Originalmente, a palavra era usada para indicar o quartel-general, porém veio a ser usada também para “alojamento militar”. Ali estava todo o destacamento, literalmente, “coorte”, a décima parte de uma legião romana, ou seiscentos homens, embora nem todos estivessem necessariamente presentes.

Zombando, vestiram Jesus de púrpura. Devido à dificuldade de produzir e seu alto custo, a cor púrpura era o sinal de alta posição e dignidade (Et 1.6; Pv 31.22; Lc 16.19; Ap 17.4) e, portanto, de realeza (Ct 3.10; 7.5; cf. 2Cr 2.7,14; 3.14). O manto posto em Jesus, sem dúvida, deveria estar muito velho e desgastado.

Também lhe colocaram uma coroa, mas uma coroa de espinhos. Simboliza que Jesus carregou a maldição divina (vs. 13) em relação à terra, na qual os espinhos representam o resultado dessa maldição (Gn 3.17-18).

Depois, os soldados ainda, começaram a saldá-lo, ironicamente. A saudação, o fato de cuspir no rosto e a homenagem fingida (vs. 19), eram expressões de zombaria do tipo de respeito devido à realeza.

O sadismo dos soldados não foi uma reação à provocação, já que eles nem mesmo eram judeus. A atitude deles talvez possa ser mais bem explicada pelo fato de serem sírio-árabes que conseguiam se comunicar com Jesus, certamente em aramaico, e que aproveitaram a ocasião para humilhar um pretensioso judeu com aspirações messiânicas.

Aprontaram com Jesus como queriam, tiraram-lhe a púrpura, vestiram-no com suas próprias vestes e o levaram para fora a fim de o crucificarem.

No caminho da crucificação com Jesus exausto e a cruz pesada, constrangeram um Cireneu a ajudar Jesus a levar a sua cruz. Cirene era uma cidade importante da Lídia. Ali havia uma numerosa comunidade de judeus (At 6.9), e Simão provavelmente era um judeu que havia ido a Jerusalém para celebrar a Páscoa (At 2.10).

Este Simão era pai de Alexandre e de Rufo. Os filhos de Simão eram membros da comunidade cristã a qual Marcos escreveu, provavelmente em Roma (veja Rm 16.13).

Geralmente o homem condenado deveria carregar pelo menos a trave horizontal, que pesava entre 13 e 18 kg. Simão, ao carregar a cruz de Cristo, se tornou uma representação visual da devoção que Jesus exige de seus seguidores (8.34).

Levaram ele ao Gólgota, ou lugar da Caveira. Um nome macabro, mas certamente apropriado, provavelmente derivado da forma do morro onde eram feitas as execuções.

Ao chegarem ali ofereceram a Jesus vinho com mirra, mas Jesus não quis beber. Esta era uma fórmula primitiva de analgésico. A mirra era uma especiaria muito cara, extraída das folhas do cisto ou ládano, e bastante usada como cosmético. Foi oferecida a Jesus em seu nascimento, como presente ao rei (Mt 2.11), bem como aplicada em seu corpo após sua morte (Jo 19.39-40).

Ato contínuo, o crucificaram e, depois, repartiram entre si as vestes dele. Era o espólio reservado ao pelotão de execução. Esses homens não se importavam de repartir as vestes do prisioneiro antes mesmo de ele morrer.

Esse detalhe, a princípio sem importância, é na verdade um extraordinário cumprimento de SI 22.18, que descreve vividamente a agonia de uma morte violenta e inocente (veja o SI 22.16). Mais tarde (15.34) Jesus citou esse salmo para expressar o grau do seu sofrimento.

Jesus foi crucificado na hora terceira, ou seja, às nove horas da manhã, daquela sexta-feira pesada.

Por cima dele, na cruz, a sua acusação: O REI DOS JUDEUS. Chamada de titulus, em latim, era uma parte tradicional da crucificação: a acusação do crime era escrita numa placa que alguém levava adiante do prisioneiro em sua caminhada até o local da execução, e depois era afixada na cruz, atrás de sua cabeça. Foi Natos (Jo 19.19-22), e não os judeus, que insistiu especificamente nesses dizeres.

Jesus foi crucificado justamente entre dois salteadores, estando um à sua direita e o outro, à sua esquerda, para se cumprir as Escrituras que afirmavam que ele foi contado entre os malfeitores. Apesar do termo em grego geralmente significar “ladrão”, pode transmitir o sentido mais abrangente de “criminoso”, o que seria o caso aqui, uma vez que o roubo não era um crime punível com a crucificação (14.48).

Em seguida, começaram as provocações a Jesus e os desafios a que descesse dali. Isso foi tanto um insulto como uma tentação diabólica semelhante àquela proposta a Jesus no começo de seu ministério (Mt 4.2-6).

Observe também a zombaria dos líderes judeus e até mesmo daqueles crucificados com Jesus (vs. 31-32). O demônio ainda estava trabalhando, buscando impedir a obra da redenção exatamente no momento em que era finalizada, pois esse também era o momento da maior fraqueza física, e sem dúvida emocional, de Jesus (14.38).

Do meio-dia, hora sexta, até 15h, hora nona, houve trevas sobre toda a terra. Isso lembra as trevas no Egito, que duraram três dias, quando ocorreu a morte dos primogênitos (Êx 10.22).

Observe também a profecia de Amós, em que o Senhor prometeu “farei que o sol se ponha ao meio-dia e entenebrecerei a terra em dia claro”. A ocorrência é descrita pelo profeta “como luto por filho único” (Am 8.9-10).

Justamente, à hora nona, três horas da tarde, Jesus exclama com grande voz uma expressão em aramaico – vs. 34 – Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Jesus citou em aramaico o primeiro versículo de Sl 22. Até mesmo na hora da morte Jesus revelou o seu amor pelas Escrituras.

Alguns dali que ouviram ele clamar achavam que ele estava chamando por Elias! Alguns na multidão entenderam “Ellias”, em vez de “Eloí”, especialmente porque alguns grupos de pessoas acreditavam que Elias retornaria (6.15; 8.28).

Foi ai que alguém, apressou-se a correr para oferecer vinagre, literalmente, “azedo”. O termo se refere ao vinho barato que quase já virou vinagre. Oferecer essa bebida não tinha a mesma intenção que oferecer vinho com mirra (15.23).

Provavelmente isso não foi um ato humanitário para aliviar o sofrimento, mas antes um ato de crueldade visando prolongar o sofrimento de Jesus ao mantê-lo acordado para ver se “Elias” de fato viria para salvá-lo.

No entanto, Jesus deu um grande brado e expirou. Jesus já estava há seis horas pendurado na cruz suportando agonia física e mental (vs. 25,34). A crucificação poderia durar por até dois ou três dias quando havia um assento ou suporte para os pés, o que facilitava a circulação do sangue.

Qualquer que seja a duração, a vítima, antes de morrer, perdia vagarosamente a consciência por causa da perda de sangue. Isso não aconteceu no caso de Jesus, indicando que não foi uma morte comum.

Naquele exato instante, o véu do santuário rasgou-se em duas partes. A morte de Jesus foi o sacrifício final e definitivo pelo pecado (Hb 7.27).

A dispensação da aliança da graça pelo Antigo Testamento chegou ao seu fim. Não havia mais necessidade do sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos, atrás das cortinas, para fazer expiação pelos pecados do povo (Êx 26.31-33; cf. Hb 9.1-10). Jesus se tornou o novo e eterno sumo sacerdote (Hb 8.1), a vítima sacrifical perfeita (Hb 9.14) que obteve para o seu povo “eterna redenção” (Hb 9.12).

Um centurião, oficial romano responsável por cem homens, certamente o responsável pelo pelotão que crucificou Jesus, vendo tudo aquilo exclamou que ele era de fato o Filho de Deus. Logo, ele estava numa posição bastante favorável para observar a morte de Jesus (15.37).

É improvável que um romano pagão pudesse usar essa frase num sentido judaico/Antigo Testamento com relação à noção de um Messias ou o conceito trinitário cristão do eterno Filho.

Antes, esse título significaria para ele a ideia helenista de um ser humano especial que foi favorecido pelos deuses. Isso é confirmado pela ambiguidade da frase no grego, que poderia ser traduzida como “um filho de Deus”.

Todavia, Marcos, que escreveu para cristãos gentios, revelou na confissão do centurião a ironia de um gentio romano atribuir esse título a Jesus, enquanto os judeus negavam que ele fosse o Filho de Deus.

A confissão do centurião é o clímax do Evangelho de Marcos, que começou com as seguintes palavras: “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (1.1).

Algumas mulheres estavam ali com Jesus, entre elas:

  • Maria Madalena, de Magdala, uma vila na margem sudoeste do mar da Caldeia (Veja 16.9; Lc 8.2).
  • Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José (Veja o vs. 47; 16.1 e Lc 24.10). Ela é conhecida a partir desse relato da crucificação registrado aqui e em Mt 27.56 e talvez em Lc 24.10.
  • Salomé, a mãe de Tiago e João (Mt 27.56; cf. Mt 20.20-21).
  • Muitas outras.

Todos os homens — exceto João, o discípulo amado — haviam fugido ao 19.26,35.

Jesus já tinha morrido e não poderia ficar ali. Como era o dia da preparação, o dia anterior ao sábado (sexta-feira), as providências com o corpo deveriam ser aceleradas e todos os seus discípulos tinham fugido. A comida era preparada antes do pôr do sol, quando começava o sábado. Nesse caso em particular, José teve de trazer o linho, fazer os preparativos para o sepultamento de Jesus e preparar o túmulo (vs. 43-46) durante as três horas entre a morte de Jesus e o pôr do sol.

Esse José de Arimateia – vs. 43 -, era de Ramá (na Judeia), cerca de 32 km a noroeste de Jerusalém, a cidade do profeta Samuel (1 Sm 1.1). José com certeza foi um fariseu piedoso e um seguidor secreto de Jesus.

José também esperava pelo reino de Deus. Foi um ato de fé notável num momento em que todos os discípulos de Jesus haviam fugido. José se colocou numa situação de conflito com a decisão do Sinédrio e pôs em risco o seu futuro no judaísmo.

Pilatos soube da morte de Jesus e admirou-se. A surpresa de Pilatos confirma o caráter incomum da morte de Jesus. Ele ficou tão curioso que chamou um centurião para certificar-se disso. Somente após isso é que liberou o corpo de Jesus para José.

Foi José e seus auxiliares que baixaram o corpo de Jesus e o envolveu em um lençol que comprara e o depositou em um túmulo seu que tinha aberto aberto numa rocha. De acordo com Mt 27.60, o túmulo pertencia a José e sua família, e consistia tipicamente de uma câmara pintada com adornos que dava passagem a uma cripta em forma de gaveta cortada na rocha. Cada cripta era selada com uma pedra redonda e pesada que era rolada até encaixar no vão do buraco feito na rocha.

Das mulheres, somente Maria Madalena e Maria, mãe de José, observaram direitinho onde o corpo fora posto.

Mc 15:1 Logo pela manhã,

entraram em conselho

os principais sacerdotes com os anciãos, os escribas

e todo o Sinédrio; e,

amarrando a Jesus,

levaram-no

e o entregaram a Pilatos.

Mc 15:2 Pilatos o interrogou:

És tu o rei dos judeus?

Respondeu Jesus:

Tu o dizes.



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